Ultimo Treino Livre do Balaio do Ano!

O Balaio pretende realizar o ultimo Treino Livre do Balaio do ano como um espaço para pensar abertamente a atividade para 2010, construindo um planejamento coletivo, junto com a comunidade participante. Levantaremos alguns pontos dos princípios básicos do Treino para o grupo, para discutirmos o quê, em três anos de atividade contínua, deva continuar, modificar, fortalecer, etc, levando em consideração o processo vivido. Também será um dia importante para definição de dias e horários para o ano que chega, tanto em relação ao Treino Livre, quanto ao Treino Intensivo de Circo.

Para quem não conhece o que é o Treino Livre do Balaio, clique aqui e confira os princípios metodologicos do Balaio para o treino circense, partindo da experiência corporal diversa do coletivo que se apresenta em comunidade para, a partir daí, serem desenvolvidas, a cada dia, abordagens das técnicas circenses de maneira a libertar a criação e possibilitar a descoberta e desenvolvimento de “habilidades” corporais.   

Ciranda doBalaio

1º Manifestejo

doBalaio e Arruacirco convocam os grupos, artistas e qualquer pessoa interessada, para discutir os rumos da rede de grupos nomeada de Cortejo Livre Leste para o ano de 2010. Que ações tomaremos, quais as motivações, realizações, transformações, intervenções, moções, etc…?

Já foram convidados mais de 20 grupos de toda zona-leste e mais tantos outros de outras regiões se prontificaram em apoio.

Esperamos por todos para essa Festa Manifesto, com muita dança, música e compartilhar de idéias!

De Bunda Pra 2009

O ano entra em sua reta final neste fim de novembro e início de dezembro e vamos virando de costas pra 2009, já olhando o horizonte de 2010. Mas não vamos antecipar o fim. Enquanto todos já pensam em Papai Noel, o Balaio ainda tem programado importantes acontecimentos neste ultimo mês:

-Encontros com a Trupe Arruacirco para troca de processos, já adiantando um projeto de parceria mais intensa para o ano que vem;

- Também estamos organizando, pela rede Livre Leste, o 1º Manifestejo – Uma Festa Manifesto, que acontecerá no dia 17 de dezembro no espaço do Balaio, para finalizar o ano de 2009 com toda boa memória dos Cortejos Livre Leste e para engatilhar 2010 tendo o Livre Leste na linha de frente do movimento artístico de periferia;

- E para fechar um belo ano de apresentações do espetáculo Numa Roda, o Balaio se apresentará nos dias 11 de dezembro, na Fundação Casa, e 20 de dezembro no Itaim Paulista, na Casa de Cultura do Itaim. Mais informações em breve.

!!!

Lançamento da Escola de Circo do Estado

Nessa sexta-feira, dia 13, as 10:30, será o lançamento oficial da Escola de Circo do Estado de São Paulo. Ela é resultado de uma parceria entre A Secretaria Estadual de Cultura via Programa Fábricas de Cultura, Cooperativa Paulista de Circo e o CNAC ( Centre National des Arts du Cirque / França ).

O Balaio estará presente, representado pelo Leandro Hoehne, integrante do grupo e Consultor Temático/ Assessor Pedagógico de Circo do Programa Fábricas de Cultura, e convoca os grupos da periferia para marcar presença!

Segue divulgação oficial:

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2º ENCONTRO DE TEATRO JOVEM

O Balaio foi convidado para participar do 2ºENCONTRO DE TEATRO JOVEM, que acontecerá em novembro no Insituto Pombas Urbanas. Participaremos do ciclo de debates e também com o nosso espetáculo Numa Roda.

Segue divulgação:

convite_2encontro


Balaio marcará presença na Semana de Arte Maloqueira

semana de arte pb

PROGRAMAÇÃO

Dia 07 – sábado
Local = Praça do Mercado Municipal de Guaianases (o evento vai iniciar com um Cortejo que sairá do CEU Lajeado e seguirá até a Praça do Mercadão)

13:00 – Mostra Cultural da Zona Leste – Programa VAI (Secretaria Municipal de Cultura)

Dia 08 – domingo
Local = Casa de Cultura de Guaianases

13:00 – P.O.R.R.A. (Projeto Ostensivo de Rimas Revolucionárias e Atitude) – Encontro de grupos de Rap e microfone aberto

19:00 – Roda de Conversa: “Poesia como Utopia” – Convidados: Professor Edu, (Espaço Carlos Marighella), Akins (Edições Toró) e Luciano (Dolores Boca Aberta)

Dia 09 – segunda-feira
Local = Casa de Cultura de Guaianases

15:00 – Intervenção de Graffiti no entorno da Casa de Cultura / Convidados: 5 zonas de Graffiti, Rim, Art e Graffiti, Cota Crew

19:00 – Exibição do filme “Profissão MC” e roda de conversa com o diretor: Alessandro Buzzo

Dia 10 – terça-feira
Local= Espaço Carlos Marighella

15:00 – Oficina de produção de Fanzine – Convidados: Marcelo (Fanzine Catraca) e Celso (Zine Concreto e Asfalto)

19:00 – Roda de Conversa: “Diversidade Cultural” – Convidado: Tião Soares (Cientista Social)

Dia 11 – quarta-feira
Local = Biblioteca Cora Coralina

15:00 – Sarau/oficina de poesias – Convidado: Tenda Literária (GT de cultura do IPJ)

19:00 – Roda de Conversa: “A Mercantilização da Cultura” – Convidada: Iná Camargo (Pesquisadora)

Dia 12 – quinta-feira
Local = Casa de Cultura de Guaianases

15:00 – Mostra de teatro e performance com grupos da região e convidados

19:00 – Roda de Conversa: “Fomento à cultura: limites e desafios” – Convidada: Maria do Rosário (Secretaria Municipal de Cultura)

Dia 13 – sexta-feira
Local = CEU Lajeado

15:00 – Apresentação dos projetos dos jovens do Programa Jovens Urbanos: vídeos, blogs, revistas, graffiti, teatro, leitura dramática, etc.

19:00 – Mostra de vídeos produzidos por alguns coletivos de áudio-visual da cidade (Local = Cine-campinho)

Dia 14 – sábado
Local = Casa de Cultura de Guaianases

SEMINÁRIO = A CULTURA QUE QUEREMOS

9:00 – Mesas: “Histórico do Movimento Cultural na zona leste” / “Cultura de Periferia na Cidade” / “Política Cultural na cidade” / “Política cultural em Guaianases” – Convidados: Sacha Arcanjo (MPA), Representante do Movimento dos Guaianás, Carlos Calil (Secretário de cultura), Jorge Perez (Subprefeito de Guaianases)

14:00 – Grupos de discussão: 1. Equipamentos e estrutura para a cultura / 2. Movimento de cultura / 3. Casas de cultura na cidade

19:00 – Show de MPB com músicos do MPA / Cacá Lopes / Valdir Bota / Tita Reis / Costa Senna

Dia 15 – domingo

9:00 – Continuação do Seminário – Mesas: “Histórico da Cultura em Guaianases” / “Propostas da Casa de Cultura de Guaianases” – Convidados: Representante do Movimento dos Guaianás / Sergião (Coordenador de Cultura de Guaianases)

11:00 – Redação do Manifesto: Que cultura queremos? / Cortejo até a Praça do Mercadão

14:00 – Tenda Literária – Roda de Conversa sobre Literatura Marginal – Convidado: Sacolinha

17:00 – Atividade cultural de encerramento da Semana
Local = Praça do Mercadão de Guaianases

ENDEREÇO DOS LOCAIS DAS ATIVIDADES:

1.Praça do Mercado Municipal = Praça Getúlio Vargas – (Próximo a estação de trem de Guaianases)

2. Casa de Cultura de Guaianases = Rua Professor Cosme Deodato Tadeu (Próximo a praça do mercado municipal de Guaianases)

3. CEU Lajeado = Rua Manoel da Mota Coutinho, 293 – Guaianases

4. Espaço Carlos Marighella = Rua Carvalho de Araújo, 06 – Guaianases

5. Biblioteca Cora Coralina = Rua Otelo Augusto Ribeiro, 113 – (Próximo à antiga estação de trem)

6. Cine-Campinho (Jd. Bandeirantes) = Rua Aldésio Prati, s/nº

E o Balaio Participou!

Do encontro entre grupos de teatro em comunidade, unidos para um cortejo seguido de apresentações. O evento, organizado pelo Instituto Pombas  Urbanas, foi para marcar o compromisso de levantar um centro cultural no bairro de Barro Branco, consolidando mais parcerias entre instituições francesas e a prefeitura do município, no ano da França no Brasil. O evento foi iniciado com um grande cortejo pelas ruas do bairro, seguido de uma atividade que agregava a comunidade e os artistas presentes, oferecida com o intuito de trocar conhecimento de maneira livre e lúdica, em festa. A proposta é muito próxima ao Treino Livre do Balaio (nos identificamos de cara!) e reuniu artistas de várias regiões da cidade e da america Latina. O encerramento ficou por nossa conta, com o espetáculo Numa Roda. Ao final todos almoçamos juntos, encerrando um prazeirozo dia de comunhão!

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De uma apresentação do espetáculo Numa Roda na Fundação Casa de Guaianazes. Fomos convidados pela Renata Eleutério, educadora de teatro da unidade, e contratados pela Ação Educativa. Foi um dia muito especial. Depois de percorrer os mais diferentes espaços e contextos, apresentar o Numa Roda alí foi uma experiência que nos colocou a prova e, por felicidade, mostrou o potencial que o espetáculo tem em proporcionar outros estados de sensibilidade em ambientes carregados de uma realidade aparentemente imutável. Foram cerca de 40 jovens e mais 10 funcionários, entre educadores, guardas e agentes, que assistiram ao espetáculo. No final abrimos para debate e, para a nossa surpresa, todas as perguntas vieram dos internos e as colocações eram sempre querendo saber qual era a nossa “quebrada” e se podíamos apresentar o espetáculo na “quebrada” deles, para que os amigos e familiares pudessem ter o mesmo bom momento que eles passaram alí, naquele curto instante em relação a todo o tempo em que eles passam e passarão alí. Saímos de lá felizes pelo momento, mas tristes e mechidos com todo o contexto, toda a vigilância, revista e cuidados para que fomos orientados. Também tristes porque todos os internos da unidade eram dos mesmos bairros em que moramos ou realizamos projetos (Ermelino Matarazzo, Cangaíba, Vila Curuçá, Itaim Paulista) – é tão tênue a linha que separa nós estarmos alí apresentando um espetáculoe  depois voltarmos as nossas casas ou de estarmos alí para assistí-lo; a realidade poderia ser diferente… Infelizmente não temos fotos pois é probida a veiculação pública de imagens do local.

Do encontro entre grupos jovens para discutir arte e sustentabilidade. O evento foi organizado pelo grupo Trapos de La Rua, no Teatro Comunne. Reuniram-se os grupos de São Paulo doBalaio, Filhos da Dita e Cia do Outro Eu e o guarulhense Projeto Cultural Ethos. Primeiro assistimos a trecho do espetáculo do grupo de adolescentes em formação e depois subimos ao palco para falar sobre a origem e projetos dos grupos. Foi um momento interessante, de encontro entre grupos cujo contexto está voltado para a arte em comunidade, podendo discutir questões como sustentabilidade, leis de incentivo que cheguem a periferia e movimentos em rede entre os grupos.

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jovens do grupo da casa

Apoio ao movimento S.O.S. Flávio Império

No dia 04 de outubro o Parque Ecológico do Tietê foi tomado por artistas de teatro, dança e circo que recolhiam assinaturas em apoio ao movimento SOS Flávio Império, cobrando uma reforma adequada e a reabertura para a comunidade de um dos raros espaços culturais da região, fechado há aproximadamente três anos: o Teatro Distrital Flávio Império, também conhecido como patinho feio da prefeitura -  localizado em Engenheiro Goulart, Cangaíba.

No Parque Ecológico do Tietê, a maneira de aproximar o público, presente nos pique-niques, churrascos, peladas, rodas de capoeira e trilhas do local, foi com muita música, circo e divertidas caracterizações de personagens. Foram cantadas cirandas, jongos, côcos e apresentados números circenses, em aprelhos como monociclo, perna-de-pau, tecido e lira (os dois ultimos fixados em árvores, compondo um poético cenário).  Foi assim, ocupando o espaço público artísticamente, que um grande grupo de jovens artistas denunciavam o descaso público com a cultura na região, e conseguiu mobilizar pessoas para que apoiassem essa causa.

Foto de Tatudotopia - 3º Cortejo SOS Flávio Império

Foto de Tatudotopia - 3º Cortejo SOS Flávio Império

Este evento, parceria entre Cortejo Livre Leste e S.O.S. Flávio Império, foi o terceiro dentre 4 cortejos realizados na região pela mesma causa. O resultado foi a já iniciada reforma no Teatro Flávio Império, além da articulação, contato e troca entre grupos jovens vindos de regiões periféricas da zona-leste, movimento constante que tem se fortalecido mais e mais. Resta agora ficar de olho na reforma e priorizar a reivindicação de que o teatro volte para a comunidade, com uma ocupação efetiva, organizada pelos grupos da região.

“E aqui tem Teatro, é?”

Essa era a frase mais ouvida durante o cortejo pelo parque, quando solicitada a assinatura das pessoas. Também foi a mais ouvida quando os integrantes de oficinas, dentre elas o nem nascido Mentecorpos do Balaio, ouviam quando começaram a divulgar guerreiramente os espetáculos e atividades oferecidos pelo projeto Amigos da Multidão, da Cia Estável de Teatro. Passados três anos de Amigos, uma multidão precisava voltar para suas casas pois o ingresso para o espetáculo O Auto do Circo já havia esgotado em poucos minutos. Os insistentes tinham de ficar sentados nas escadas ou em pé no fundo e, até, bisbilhotando o que desse pelo saguão. O Teatro foi finalmente descoberto por uma comunidade que não sabia que ele estava alí, invisível, havia anos. O Amigos da Multidão aconteceu por 3 anos dentro do Teatro e conseguiu fazer com que o espaço passasse do abandono ou palco para eventos particulares para uma ocupação artística efetiva, com a comunidade atuante na vida do ambiente público, coletivo, construído por espetáculos, oficinas, debates e ensaios de grupos da casa e de fora dela. O Balaio, ainda Mentecorpos do Balaio, teve o Teatro Flávio Império como ventre de mãe, que gerou e cuidou do filho recém nascido até sairmos por aí atrás de teto: Cia Estável de Teatro, Mentecorpos do Balaio, Trupiniquim, Mangará, Núcleo de Monitoria em Teatro, Associação Amigos da Multidão e artistas da região foram forçados a sair desse chão, da terra imperiana que dava solo a nossa criação, pelo mesmo poder público (aliás, mesmo poder público porém com outra gestão, o que mudou muita, mas muita coisa) que havia aberto as portas anteriormente. Como grupo nascido na casa somente o Balaio sobreviveu, mas diversos artistas dessa geração continuaram lutando para que o olhar da cultura para a periferia fosse mais carinhoso, formando o SOS Flávio Império e o Cortejo Livre Leste. Pois é obrigação do Balaio apoiar um movimento de resgate da pátria que nos pariu, pátria essa imperiana de áureos tempos bem guardados na memória de quem os viveu.

Pois o Balaio se pegava ouvindo a mesma frase ouvida no início do projeto Amigos da Multidão. Mais uma vez teve o ouvido invadido por “E aqui tem Teatro, é?”. Isso é reflexo da má administração pública para a cultura na periferia, reflexo ainda mais desastroso da má administração pública atual para a cultura no município. Na periferia o peso é ainda maior.  Isso, infelizmente, ainda é engrossado pelo próprio movimento artístico que, num geral, parece ter deixado de olhar para as prósperas possibilidades de se fazer arte na e para a periferia. O discurso de apoio e moção muitas vezes não vem acompanhado de uma prática efetiva. Ao mesmo tempo é necessário fortalecer a própria comunidade e a articulação entre os grupos da nova geração de artistas surgidos nas periferias, iniciados, sobretudo, em projetos outrora trazidos por Cias. É necessário fazer a comunidade voltar para ela própria, aproximar  nestes locais o público de quem também já foi público local uma vez e agora sobe à cena, ao mesmo tempo que haja incentivo e disponibilidade do poder público em viabilizar projetos e um olhar carinhoso da classe artística já estabelecida para legitimar o trabalho dos jovens grupos (e que já nem são tão jovens assim) para que eles possam ganhar credibilidade no cenário cultural.

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Para mais informações sobre o SOS Flávio Império, acesse o blog do movimento ou envie um e-mail para o YahooGroups: sosflavioimperio@yahoogrupos.com.br ou livreleste@yahoogrupos.com.br

O Balaio postou um vídeo no youtube do fechamento do dia, com uma bela ciranda entre os grupos e publico presente, enquanto artistas circenses do Balaio e Arruacirco eram embalados pela ciranda “Cirandeiro” tocada também por integrantes dos dois grupos. Para assistir ao vídeo, clique aqui.

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o dia 04 de outubro o Parque Ecológico do Tietê foi tomado por artistas de teatro, dança e circo que recolhiam assinaturas em apoio ao movimento SOS Flávio Império, cobrando uma reforma adequada e reabertura para a comunidade de um dos raros espaços culturais da região, fechado há aproximadamente três anos, o Teatro Distrital Flávio Império, também conhecido como patinho feio da prefeitura e localizado em Engenheiro Goulart, Cangaíba.

No Parque Ecológico do Tietê, a maneira de aproximar o público, presente nos pique-niques, churrascos, peladas, rodas de capoeira e trilhas do local, foi com muita música, circo e divertidas caracterizações de personagens. Foram cantadas cirandas, jongos, côcos e apresentados números circenses, em aprelhos como monociclo, perna-de-pau, tecido e lira (os dois ultimos fixados em árvores, compondo um poético cenário).  Foi assim, ocupando o espaço público artísticamente, que um grande grupo de jovens artistas denunciavam o descaso, também público, com a cultura na região e conseguiu mobilizar pessoas para que apoiassem essa causa.

Flyer 2º Cortejo Livre Leste

Por favor ajudem a divulgar! Enviem por e-mail, anexem aos seus blogs, fotologs e afins! Contamos com a presença de todos!

flyer 2º Cortejo Livre Leste_final